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CONFIANÇA DO COMERCIANTE RECUA EM SETEMBRO AO NÍVEL DO PERÍODO PANDÊMICO


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O índice de Confiança do Empresário do Comércio caiu 5% em setembro na comparação com agosto, aos 97,2 pontos, menor patamar desde maio de 2021, durante o período pandêmico. O indicador é divulgado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Na comparação com setembro de 2024, a queda foi de 10,3%.


Para chegar ao resultado, são ponderadas as avaliações dos comerciantes sobre a situação atual, as expectativas e as intenções de realizar investimentos. Em todos esses critérios, houve piora na passagem de agosto para setembro.


Nesse comparativo, a avaliação sobre as condições atuais recuou 5%, aos 72,6 pontos. Dentro deste componente, a maior preocupação dos empresários do comércio é quanto à situação da economia, que recuou 5,9%, aos 53,8 pontos.


Com relação às expectativas, a queda em relação a agosto é ainda mais pronunciada, de 7%, levando este componente aos 119,3 pontos, sendo que o subitem que avalia as expectativas em relação à economia recuou 10,2%, aos 99,4 pontos.   


Ainda no comparativo mensal, o componente intenções de investimentos caiu 2,6%, aos 99,6 pontos, sendo o maior responsável por essa queda o subitem que trata das intenções para contratação de funcionários, que recuou 4,2%, aos 112,3 pontos.


Na comparação com setembro de 2024, o componente que trata das condições atuais recuou 13,8%, o que mede as expectativas caiu 12,9% e o que avalia as intenções de investimentos recuou 4%.


Por atividade, na comparação mensal, a confiança dos comerciantes dos ramos de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos registrou a maior queda, de 6,8%, levando o indicador setorial aos 91,1 pontos.


Na comparação com setembro do ano passado, a maior queda, de 13,7%, foi observada entre os empresários dos ramos de eletrônicos, eletrodomésticos, móveis de decoração, veículos e materiais de construção, levando o indicador setorial aos 105 pontos.


Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, o quadro reflete a combinação de juros ainda elevados e consumidores mais cautelosos. “A taxa Selic em patamar alto desestimula os investimentos, ao mesmo tempo em que o enfraquecimento do mercado de trabalho e a redução da intenção de consumo das famílias freiam o comércio. Não por acaso, a intenção de contratação de funcionários foi o subitem [dentro do componente intenções de investimentos] com maior queda em setembro”, explicou.

 

(Fonte: Diário do Comércio/Foto: Freepik)

 
 
 

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