top of page

BRASIL TEM MELHORA EM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO PARA EMPRESAS, DIZ ESTUDO


ree

O Brasil é classificado como um país de risco médio para investidores e empresas, de acordo com estudo da Allianz Trade publicado na segunda-feira.

Em 2024, o país saiu da posição B3 para B2, o que representa risco médio. A classificação conta também com os níveis A1, A2 (risco baixo) e AA1, AA2 (risco muito baixo). Também existem os países com risco sensível (C1 e C2) e risco alto (D1 a D4).

O Atlas Mundial de Risco-País classifica o risco de inadimplência de empresas em um determinado país. A avaliação decorre de condições ou eventos fora do controle das companhias.

No ano passado, o Brasil teve uma melhora no cenário devido à dominância econômica na região, indicadores econômicos positivos, desempenho agrícola robusto e crescimento da produção de energia.

Dentre os indicadores econômicos, a pesquisa destacou o mercado de trabalho aquecido e o forte aumento de gastos do consumidor, que sustentaram o recente crescimento.

Entre os fatores que impendem a melhora do Brasil na classificação, o relatório reforça que os principais fatores que comprometem a classificação são:

Dívida pública em alta, prevista para se aproximar de 90% do PIB em meio a condições de financiamento mais rígidas.

Dependência dos preços internacionais de commodities, em um cenário de inflação e câmbio ainda voláteis.

Interferência política e falta de disciplina fiscal, afetando a confiança dos investidores.


Cenário Global


No geral, 2024 representou uma melhora significativa na relação risco-país, com 48 países reavaliados de forma positiva.

Todos os 13 países da América Latina receberam melhorias em suas classificações, também sendo a região com maior número de avaliações positivas, seguida da Europa Emergente (10) e Ásia-Pacífico (9).

Somente cinco economias foram rebaixadas, sendo majoritariamente do Oriente Médio, com Bahrein, Israel e Kuwait.

A queda na avaliação é resultado das tensões prolongadas na região e da pressão causada pelos preços do petróleo bruto.

A tendência para 2025, que herda um cenário positivo, pode ser revertida de acordo com tensões geopolíticas e financeiras esperadas para os próximos meses, diz Aylin Somersan Coqui, CEO da Allianz Trade.

Entre os fatores estão a desaceleração da inflação, a recuperação dos fluxos de crédito e a melhoria das condições de liquidez.

Contudo, a tendência positiva poderia ser facilmente revertida em 2025 e 2026, com fraturas geoeconômicas pesando sobre a confiança das empresas e do comércio.

“As empresas devem estar atentas às suas estratégias de crescimento no contexto das tensões geopolíticas e crescente onda de protecionismo. É provável que as cadeias de suprimentos se tornem ainda mais complexas”, afirma o CEO.

Coqui ressalta que a fragilidade da maioria das reclassificações feitas está baseada em indicadores de curto prazo.

Além disso, o Atlas Mundial de Risco-País aponta para riscos de guerra comercial e aumento da polarização nos mercados avançados e emergentes como causas de piora nos riscos.

 

(Fonte: CNN Brasil/Foto:Freepik)

 

 

 
 
 

Comentários


anuncio vertical.png
anuncio horizontal.png
ADS-ASSOCIADO.png

© 2024 Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís. Todos os direitos reservados.

LogoCDLSaoLuis.png

© 2025 CDL São Luís - Todos os direitos reservados.

CNPJ: 06.011.555/0001-15 | Rua da Estrela, 508 - Centro Histórico, São Luís - MA, CEP: 65010-200 | Telefone: (98) 3212-9000

Inscreva-se em nossa lista e receba informações atualizadas do mundo dos negócios.

Obrigado(a)!

© 2025 Samy Developers - Todos os direitos reservados.

CNPJ: 52.762.003/0001-66 | Travessa da Estrada de Ribamar, S/N - Saramanta, São José de Ribamar - MA, CEP: 65120-346 

bottom of page